Transferência de sargento revolta população
Diferente do que fala o governador do Estado Teotônio Vilela Filho (PSDB), ainda continua a ingerência política principalmente na área da Segurança Pública do Estado de Alagoas. São vários casos de pedidos políticos para substituir este ou aquele policial, não importa se civil ou militar, o que importa na verdade, é atender o apadrinhado e correligionário político.
Em Murici, cidade distante 51 km de Maceió, há seis anos o sargento PM J. Carlos pertencente ao 2º BPM, sediado em União dos Palmares vinha desempenhando um bom trabalho à frente do Grupamento Policial Militar (GPM). Segundo moradores que pediram anonimato, o policial desenvolvia com seus subordinados um trabalho intensivo de combate ao tráfico de drogas, vadiagem, roubos e furtos.
Possuidor de um bom relacionamento com a sociedade, José Carlos teria sido transferido a pedido de políticos ligados ao governador Téo Vilela. O referido militar jamais se envolveu com este ou aquele grupo, porém, devido seu bom relacionamento nos meios sociais daquela acolhedora cidade, ele, teve como prêmio, sua sumária e inexplicável transferência para a cidade de São José da Laje, distante 96 km de Maceió.
Seria bom que a sociedade Muriciense cobrasse dos irresponsáveis que pediram sua saída. Isto mostra que ainda persiste a ingerência do chamado “líder político” em Alagoas, que apostam no quanto pior melhor. Conheço de perto a postura do SGT J. Carlos. São 20 anos de trabalho na defesa da sociedade alagoana. Disciplinado e ético, ele tem o respeito de seus superiores e subordinados.
Jamais foi punido nem mesmo respondeu processos na Justiça Militar ou Comum. Seu desempenho no GPM de São José da Laje já começa a incomodar os fora-da-lei que infernizam as pessoas da acolhedora cidade.
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